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Parque D. Maria II

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O Parque D. Maria II e os Jardins Adjacentes – Largo Abade Pedrosa e Jardins Ribeiro de Miranda constituem, no seu conjunto, espaços verdes públicos estruturantes da cidade de Santo Tirso.

A primeira proposta de construção do Parque D. Maria II data de 11 de abril de 1872. O projeto teria uma feição aproximadamente triangular. Em 1880 um novo projeto previa a ampliação para o dobro, pela expropriação de terrenos adjacentes. Ficava o Parque com feição tendencialmente retangular. A finalidade deste espaço serviria para melhoria das comunicações com os órgãos centrais do município, as trocas comerciais da feira de Santo Tirso, para além do aproveitamento das potencialidades paisagísticas.

Pois tal como imortalizou José Vieira na obra “O Minho Pittoresco“, desta zona avista-se até onde o olhar alcança ”uma paisagem opulenta de vegetação de prados e florestas“. Parece assim evidente que a presença da Natureza na cidade é uma preocupação latente já na altura do projeto final (com a configuração que lhe conhecemos) da autoria de Gualter de Freitas Costa.

Insere-se neste espaço uma Casa de Chá, um lago e um coreto.

De traçado naturalista e com uma vegetação arbórea opulenta, o Parque D. Maria II constitui um espaço privilegiado de fruição com um ritmo de utilização diário.

Consciente desta importância a Câmara Municipal de Santo Tirso apresentou publicamente em 1998 uma proposta de revitalização deste espaço. Para além das obras de infrestruturação necessárias de tratamento fitossanitário da vegetação existente, foram criadas novas zonas de estadia, recuperados o lago e o coreto. O Parque Infantil foi completamente remodelado. Paralelamente a Câmara Municipal avançou com as obras de beneficiação da Casa de Chá, projeto de 1940.

O Parque D. Maria II foi reaberto ao Público em agosto de 2001 e desde essa data que tem sido palco de eventos e festividades.

Em outubro de 2001 foi inaugurado um painel de água, com 7 metros de altura que liga o Parque aos Jardins Adjacentes.

No âmbito do Museu Internacional de Escultura Contemporânea, este espaço verde recebeu uma obra da escultora Fernanda Fragateiro. “Como objeto é um banco de jardim com sentido funcional. Por baixo do banco pode ler-se a frase «Eu espero». Palavra feita gesto.”

É um espaço verde para sentir e usufruir.
 
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